domingo, 3 de abril de 2011 | By: Abraão Jorge Epalanga Jorge

Adolescentes: ficar ou namorar??? eis a questão...?


Ola pessoal, espero que estejam a gostar de ler os artigos do blog, e pra dizer que temos uma surpresa pra apresentar..... Daqui a mais alguns dias não teremos mais artigos somente escritos por mim, eu mais um amigão decidimos formar uma equipe de postagens e logo logo estaremos sendo abençoado pelos seus artigos, então quando se acertar tudo poderemos ler e comentar os artigos desse meu amigãaao. Mas a questão que me traz a publicar hoje é outra, sai pra rua pra fazer uma sondagem com alguns adolescentes sobre o que eles acham sobre a nova onde onda que começou no brasil e que hoje ja é muito popular tambem no nosso país ou pior ainda nas nossas igrejas, com muito carinho acompanhem as respostas de nossos amigos.

Pergunta:

Hoje em dia a moda é o famoso "ficar", sem compromissos, totalmente relax...
Mas o que seria melhor, namorar ou ficar???
A parti de quantos anos podemos liberar os adolescentes, com 12,13,14,15???
O que fazer quando as nossas meninas de 12, 13, 14, 15 anos chegam em casa e dizem que estão "ficando com algum garoto??? os mesmos procedimentos devem ser tomados se elas disserem que estão namorando???

Obsrvação: Os nomes dos adolescentes foram mudados por sigilo.

Respostas:

Josias Mateus(PIB): Creio que não pode proibir pois acabam fazendo escondidos e depois fazem até pior eu tenho 15 anos e meu primeiro beijo foi aos 11  mais como vc está falando de meninas o mais pudente e os pais conversanrem com elas e dizer o que pode e o que não pode de preverencia liberar, mais tem casos e casos pois tem gente q fica so por fica e acaba machucando o coração dos outros mais em minha opinião e melhor deixA pois assim vc ira saber o que e com quem, melhor do que fica no famoso escurinho.

Priscila Torres(Sib): Depende...
Eu com 12 anos brincava de barbye.. fui bjar com 14 12 anos ainda é criança.. se eu fosse mãe, nossa eu nem sei o q faria com ela!

Julião Magalhães(Tib): namorar é melhor...
E não interessa o que alguns homens digam, é fato que todos eles chegam a esta mesma conclusão depois de se darem conta que só festa é chato.

Camila Simão(M.O): Olá, pois é, os dias de hj estão mudando muito e parece dificil acompanhar essa situação, mas na verdade, proibir é pior, pq dai vão fazer escondido e as consequências podem ser piores!!!
Aos 10 ou 12 anos ja estão se sentindo mocinhas e adoram paquerar, o jeito é deixar, a idade assusta mas é isso mesmo mãe, infelismente para nós, é hora de deixá-los bater asas. E rezar muito para Deus os proteger, mas claro que antes disso, umas boas conversas e mantê-los informados de todos os perigos que os cercam, inclusive doenças que podem adquirir com o sexo.
Digo isso pq , claro que por mais que eles queiram "ficar", vão acabar experimentando essas "novas sensações" que são para eles importante, entende.
Boa sorte, vai dar tudo certo, o melhor é ser a mais amiga possível de sua filha, ok. Bjos da Val. =^.^=

Carlos Matoso(NJ): Na minha opiniao eu acho melhor namorar, mas muitas vezes começa com o ficar e acabam namorando, hj em dia os adolescentes começam a sua vida amorosa cada vez mais cedo, apartir 13/14 ja começam a te aquele desejo de ter um namoradinho, mas isso tambem depende de pessoa para pessoa claro. Acho que quando as meninas contam que tao ficando com alum garoto, deve haver uma conversa e praticamente os mesmos procedimentos de um namoro. Nunca e de mais alertar ou ter uma breve conversa.

Eis as respostas de apenas cinco adolescentes, e voce o que achas?????? deixe seu comentario. Abraços
sexta-feira, 1 de abril de 2011 | By: Abraão Jorge Epalanga Jorge

Piercings evangélicos?



Tornou-se comum andar por aí e deparar com adolescentes, jovens e até adultos usando piercings na barriga, umbigo, orelha, nariz, lábios, sobrancelhas, língua e etc. Até nas igrejas não é incomum encontrar adolescentes crentes em Cristo que aderiram à moda. É possível que usem os tais adereços, sem se ter o mínimo de informações a respeito, e com a maior simplicidade de espírito, sem malícia ou maldade, mas isso não tira o perigo que tais modismos representam para a identidade da igreja de Cristo.

Ao contrário do que se pensa, a palavra “piercing” não é um neologismo, ou seja, uma palavra nova decorrente de um novo costume, mas é uma velha conhecida Bíblica. Vem do inglês e tem o sentido de traspassar, perfurar, penetrar. Transcrevo abaixo alguns versículos da Bíblia em inglês, apenas para que se perceba a presença dessa palavra e em que contexto aparecem:

A Bíblia de Scofield em inglês, usa a “authorized version”, uma respeitada versão da Bíblia e, em Lucas 2:35 diz:

“Yea, a sword shall pierce through thy soul also...”. São palavras de Simeão ao segurar o menino Jesus nos braços, quando profetiza a respeito do sofrimento de Maria: Eis que uma espada também traspassará a tua própria alma.
Ainda em Apocalipse 1:7, a mesma versão diz: “Behold, he cometh with clouds; and every eye shall him, and they also wich pierced him.” (Eis que vem com as nuvens e todo olho verá até aqueles que o traspassaram).

Também a New International Version (NVI) usa essa palavra em Apocalipse 1:7, Lucas 2:35 e Zacarias 12:10.

Por que Satanás usaria uma palavra que se refere ao sofrimento de Cristo para nomear um novo modismo mundial? Parece-me claro que a resposta é que há um simbolismo, uma filosofia, um misticismo, uma idéia oculta no uso do piercing. Há uma filosofia satânica que diz: pelo seu sofrimento você se igualará a Cristo, o sofrimento dele não é único, você também pode ser traspassado, entre para a nossa “tribo”. Assim, mesmo que alguém o use inconscientemente e por simplicidade, não pode negar que seu uso significa uma vontade de ser aceito pela sociedade mundana como um igual a todos, o desejo de atrair atenção para si mesmo, o desejo de seduzir e ser seduzido. Julgue você mesmo: isso convém aos santos?

O piercing na verdade não é algo novo, começou, segundo historiadores, há milhares de anos, quando algumas comunidades e tribos usavam enfeites semelhantes para perfurar o corpo em cerimoniais cheios de misticismo, com significados espirituais, sexuais, e rituais ocultos que incluíam desde pacto de sangue até rituais macabros de sacrifício infantil.

Maria Cecília Bahia, estudiosa do assunto, afirma que:

“A moda do piercing ganhou força com o movimento hippie dos anos 60 e 70, conquistando jovens adeptos à prática do sadomasoquismo, que viram no adorno uma nova forma de exaltar o corpo e as suas zonas erógenas. Chegou à Inglaterra com o movimento punk e nos Estado Unidos com o movimento gay nos anos 80 e 90, chamando a atenção de todo o planeta com o casamento entre o primitivo e o moderno.” (jornaldapalavra.com.br).

Usava-se para defender uma bandeira, um comportamento, uma opção de vida. Uns defendiam o homossexualismo e viam nas mutilações uma maneira de protestar, outros queriam liberdade sexual, por isso exibiam as zonas sensuais do corpo transpassadas para chamar a atenção para o seu protesto, por isso, perfuravam língua, umbigo, nádegas, boca, coxas e até órgãos genitais. Perceba: isso é mais sério do que se pensa para os princípios cristãos.

Um jovem poderia perguntar: mas qual a diferença entre o brinco que as mulheres usam livremente e o piercing?

A primeira diferença está no caráter permanente do piercing, ele não é posto ocasionalmente, para ser tirado todo dia, ou para ser usado apenas em ocasiões específicas. A intenção é que ele fique pra sempre, e passe a fazer “parte do corpo”. E esse caráter permanente o transforma em algo mais do que um simples adorno, torna-se um símbolo. Mas símbolo de quê? É aí que reside o problema. Uma vez posto, ele estará ali permanentemente como forma de identidade, vinculando a pessoa a um certo grupo social. O uso do piercing identifica o usuário como adepto da tribo da noite, da liberdade sem limites, da exposição do corpo, da rebeldia, da independência. Isso representa uma dificuldade para o cristão, o qual não deve amar o mundo (I João 2:5), deve aborrecer o mal e apegar-se ao bem (Romanos 12:9) e não se conformar com esse século (Romanos 12:1), e é advertido a não usar da liberdade para dar ocasião à carne (Gálatas 5:13).

O servo de Abraão colocou um pendente no nariz de Rebeca quando encontrou-a para noiva de Isaque (Gênesis 24:47); e o escravo hebreu que não quisesse sair livre por amar o seu senhor e sua família, tinha a orelha furada com uma sovela, como sinal de que o serviria por amor, para sempre (Êxodo 21:6). Nesses dois casos não era um enfeite provisório, como o brinco, era algo permanente, um símbolo de entrega pessoal a uma causa, representando um pacto, o que é bem mais abrangente e sério do que uma moda passageira.

Outro problema é a inexistência de distinção entre os sexos. O piercing é usado por homens e mulheres indistintamente. Não deveriam ser diferentes? Certamente que sim. Mas não há diferença. E essa conotação é preocupante, pois é contrária aos padrões estabelecidos pelo Criador, o qual criou homem e mulher.

Diante dessas informações, podemos tecer algumas considerações finais:

Em primeiro lugar, dizemos aos adolescentes e jovens que a verdadeira beleza não está ligada ao adorno externo, conforme ensina I Pedro 3:3-4, mas está vinculado ao quilate espiritual da pessoa, que é de grande valor diante de Deus.

Também afirmamos que um cristão não pode, mesmo que inconscientemente, divulgar a filosofia de Satanás, adotando qualquer modismo, sem averiguar os prós e os contras que tais usos envolvem.

Ainda apelamos para o fato de que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, e que “fostes comprados por preço, agora pois, glorificai a Deus no vosso corpo (I Coríntios 6:19-20).

Finalmente, esclarecemos que haverá irmãos que pensam de forma diferente acerca desse assunto, provai todas as coisas e retende o que é bom.
Abraços